http://www.youtube.com/watch?v=s6NNOeiQpPM
Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores.O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir a tarefa.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Referências recomendadas pelo Curso AEE_EAD_UFC
Disponível na Versão em PDF e em MEC DAYSE, ao todo são dez fascículos:
Fasc_ 01_A_escola_comum_Inclusiva
Fasc_02_O_AEE_para _alunos_com_deficiências_Intelectual
Fasc_03_Os_alunos_com_deficiência_visual_baixa_visão_e_cegueira
Fasc_04_Abordagem_bilingue_na_escolarização_de_pessoas_com_surdez
Fasc_05_Surducegueira_e_deficiência_múltipla
Fasc_06_Recursos_pedagógicos_acessíveis_e_comunicação_alternativas
Fasc_07_Orientação_e_mobilidade_adequação_postural_e_acessibilidade
Fasc_08_Livro_acessível_e_informática_acessível
Fasc_09_Transtornos_globais_do_desenvolvimento
Fasc_10_Altas_habilidades_superdotação
Coletânea de Livros na versão 2010/2011-Parceria entre UFC e MEC
Reflexões
Desafios
e possibilidades de uma professora estudante
Marinete Magalhães de
Oliveira da Cruz, Nísia Floresta-RN- 25/04/13.
Os
desafios hoje para o “professor-aluno”, que trabalha de segunda a sexta feira, que
tem dupla jornada de trabalho, em municípios diferentes, não é tarefa fácil de
ser administrada. Mas, parece que quanto mais atividades têm, mais tempo dispõe
para desempenhar tantos papéis. Sem contar que nossas atribuições não terminam
quando acaba o dia, em especial as mulheres professoras que sabem bem o que
estou falando, melhor que nossos colegas homens. Quando chegamos em casa no
final do duplo expediente ainda somos desafiadas a enfrentar o cansaço e darmos
conta de outras funções, cumprir com as tarefas domésticas; com as obrigações
de mãe de filhos pequenos em idade escolar muitas vezes, como é meu caso, que
necessitam de rotina diária e acompanhamento nas tarefas escolares. Reconheço
que esse papel só saberei se fui eficiente a longo prazo, se consegui dar conta.
Bem como sei que no dia a dia não o faço sozinha.
Enfrento dois desafios no momento ao iniciar
esse curso, contudo o considero favorável o fato de o mesmo ser à distância,
primeiro desafio: superar o cansaço físico da “árdua batalha diária”,( pois
acredito compartilhar com os demais colegas professores (as) dessa mesma
característica), ou será particular, peculiar ao meu organismo? Talvez pelo
fato de morarmos no Nordeste em condições de clima tão quente o que maximiza
esse fator em comparação com professores de outras regiões. Em segundo lugar: é
com relação a reorganização do meu tempo, de forma que não passe a “competir”
com meus filhos pelo uso de um mesmo computador, pois no momento meu computador
pessoal não se encontra disponível. Porém para acompanhar o ritmo das
atividades desse curso que como os demais requer assiduidade e constância no
acesso e participação, seja um curso presencial ou virtual como esse, fiz uma
programação inicial bem prática; o acessar será no mínimo três horas por dia,
das 20: h em diante, as segundas, quartas e sexta-feira, pois nesse mesmo
horário na terça- feira e quinta- feira, não disponho de horário, pois faço
outro curso nos referidos dias, “presencial”, o que não impede que acesse o curso (EAD para o AEE) mesmo nesses dias.
Para
que não haja acúmulo de atividades, nem tão pouco prejuízo na aprendizagem
individual nem do grupo do qual faço parte nesse curso à distância, fator essencial
para o enriquecimento das discursões nesse ambiente “novo de aprendizagem” para
mim, desenvolvido pelo mesmo e que gera significativos conhecimentos. Como se refere
MORAN,
texto 2 Contribuições para uma pedagogia da educação on line, pág. 8. “Autonomia
e organização pessoal são indispensáveis para o processo de aprendizagem a
distância sem interferências na aprendizagem do grupo”. Obtive por fim, a partir
do primeiro encontro presencial a motivação definitiva que faltava para
enfrentar esse curso à distância. Com a constatação de que é bem estruturado
administrativo, tecnológica e pedagogicamente, pois mesmo antes do encontro
acontecer houve o envolvimento dos professores cursistas, propiciado pala
tutora, bem como pela “plataforma teleduc” então tive a incrível sensação que
muitos professores já se conheciam, impressão que me trouxe maior tranquilidade
e confiança neste curso à distância.
Referência: MORAN, José Manuel. Internet no
ensino. Comunicação & Educação. V
(14): janeiro/abril 1999, p. 17-26.
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