sexta-feira, 18 de abril de 2014
sábado, 8 de março de 2014
Marinete
Magalhães de O. da C. Jorge
[...] A pessoa com surdez possui perda
sensorial auditiva, o que a limita biologicamente para a função de ouvir, mas
por outro lado, dispõe de toda uma potencialidade do corpo biológico humano e
da mente que canalizam e integram os outros processos perceptuais, tornando essas
pessoas capazes, como ser de consciência, pensamento e linguagem. [...]
Para
a mesma autora, a visão desfocada do real problema da educação dessas pessoas,
se deve ao fato de ter-se considerado como prioritária uma proposta de trabalho
voltada ao ensino focado no uso de uma ou de outra língua, junto às pessoas com
surdez o que contribuiu para separação de um grupo do outro (ouvintes e
falantes), consequentemente contribuindo para não inclusão destas. É com o
sentido de descentramento identitário que concebemos a pessoa com surdez como
ser biopsicossocial, cognitivo, cultural, não somente na constituição de sua
subjetividade, mas também na forma de aquisição e produção de conhecimento. (DAMÁZIO 2010).
Contudo, a inclusão escolar não ocorre
ainda da forma como deveria, principalmente, nas escolas carentes de materiais
e profissionais qualificados. Observamos, com base nos estudos atuais sobre a
inclusão das pessoas com surdez, que para proporcionar adequadamente a inclusão
destas, os professores devem contemplar mais que uma língua, mas contribuir com
ações transformadoras no sentido de garantir a pessoa com surdez a educação bilíngüe.
Com base no Decreto 5.626, de 5 de dezembro de 2005, já que a consolidação da
inclusão para pessoas com surdez tem como tendência, além da prática da
educação bilíngue voltada a abordagem para a educação linguística da pessoa com
surdez, favorece o deslocamento do olhar especificamente lingüístico para
outros entornos: a Libras e a Língua portuguesa, conforme Damázio .
[...] Mais ainda
reconhecer que devemos ir além da língua. As pessoas com surdez precisam de ambientes
educacionais estimuladores, que desafiem o pensamento e exercitem a capacidade perceptivo-cognitiva,
que as escolas se transformem em ambientesde descobertas criativas no sentido
de buscar soluções, visando manter os diversos alunosno espaço escolar,
levando-os a obtenção de resultados satisfatórios em seu desempenho acadêmico e
social. [...],
Damázio (2007).
Dessa forma, a atenção deve estar
centrada, primeiramente, no potencial natural que esses seres humanos têm,
independente da deficiência, diferença, limites ou mesmo da característica
surda. Assim, como deve ser construindo e oferecido ao aluno com surdez o
Atendimento Educacional Especializado, por meio da Politica Nacional de
Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, disponibilizando serviços e
recursos que atendam as diferenças desses alunos nos três momentos didático-pedagógicos:
Atendimento Educacional Especializado em Libras; Atendimento Educacional
Especializado de Libras; e o atendimento Educacional Especializado para o
ensino de Língua Portuguesa, Damázio, (2007). O AEE nos três momentos didático
tem como objetivo beneficiar, com ambientes inclusivos de aprendizagem nas
escolas comuns, os alunos com surdez, pois a Língua de Sinais é uma alternativa
que possibilita a integração entre o professor/a e o/a aluno/a com surdez e os
processos de ensino e aprendizagem, onde a linguagem utilizada pelos ouvintes
comuns é a oral; a usada pelas pessoas comsurdez é a libras. Só assim
acontecerá a verdadeira inclusão dessas pessoas.
REFERÊNCIAS
DAMÁZIO,
Mirlene F. M., ALVES, Carla B, FERREIRA, Josimário de P. Atendimento Educacional
Especializado: Abordagem Bilíngue para Pessoas com Surdez. Fortaleza, UFC,
2010.p. 09-22.
DAMÁZIO,
M. F. M.; ALVES, C. B. Atendimento Educacional Especializado do aluno com
surdez. Capítulo 5, 6 e 7. São Paulo: Moderna, 2010.
domingo, 24 de novembro de 2013
Fotografia com Audiodescrição "Acessibilidade - DV"

Na
escola, o próprio professor pode descrever o universo de imagens presentes em
sala de aula como ilustrações nos livros didáticos e livros de história
infantil, por exemplo, gráficos, mapas, vídeos, fotografias, experimentos
científicos, desenhos, peças de teatro, passeios, feiras de ciências, visitas culturais, dentre outros, preocupando-se em verbalizar aquilo que é visual, o
que irá contribuir para a aprendizagem de todos os alunos tanto os que fazem a audiodescrição
quanto os que escutam e estejam presente na sala de aula. Contribuindo para o
senso de observação, ampliação do repertório e fluência verbais. O uso da
audiodescrição na escola permite a equiparação de oportunidades, o acesso ao
mundo das imagens e a eliminação de barreiras comunicacionais.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Jogo pedagógico para
trabalhar com a deficiência Intelectual
O Nome é...
Descrição:
O
jogo pode ser confeccionado com figuras de revistas coladas em fichas de
cartolina colo set ou capa de pastas plásticas reaproveitadas ou ainda em EVA.
Embaixo de cada figura, aparece o nome da mesma em letras de forma e
maiúsculas. Letras do alfabeto, de imprensa e maiúsculas avulsas, coladas em
cartões de cartolina.
Estimula:
Desenvolvimento da alfabetização,
discriminação de letras, discriminação de sílabas, desenvolvimento da leitura,
composição de palavras.
REFERÊNCIA
REGINA
Sônia Corrêa Mafra, O Lúdico e o
Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual. Pag. 49/ 2008
sábado, 7 de setembro de 2013
LIVOX-SISTEMA
DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA
Descrição
do recurso: ao abrir o Livox, a tela apresenta os quadros com informações sobre
necessidades, emoções, o que comer brincar, por exemplo, é só clicar no desenho
ou nas fotos que o aplicativo “fala” pelo usuário. O aplicativo Livox vem com
12 mil imagens e permite a inclusão de mais, que é possível por meio da câmera
do próprio aparelho ou da inserção de quaisquer outros itens. O programa é intuitivo,
podendo ser alterado para suprir melhor as necessidades do usuário, sendo
possível determinar a quantidade de imagens apresentadas na tela, o app também
leva em consideração as possibilidades de toque dos usuários, o clique na tela
pode ser com o dedo, com uma mão fechada ou através de um dispositivo
“acionador”, depende das necessidades e potencialidades do usuário.
![]() |
| Tela do app Livox para falar das emoções.Imagem:Livox/Reprodução |
Através do Livox a pessoa pode além de se
comunicar, fazer provas, aprender, estudar etc. Até mesmo escrever palavra, segundo
Carlos, analista de sistemas criador do Livox .Existindo o projeto de criação de mais dois novos Livox. Um especialmente para aqueles que
se comunicam através do piscar dos olhos e uma atualização para a versão já
disponível, que levará em consideração o contexto do usuário. “Serão usadas
informações como horário. Está na escola? Serão apresentados primeiramente
quadrinhos com atividades específicas”, diz Carlos.
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Ainda acho importante comentar que, Segundo o
blog pesquisado “Para obter o Livox, o analista de sistemas requer ajuda dos
profissionais que já fazem parte dos cuidados com os usuários. É preciso
trabalhar com terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos, por exemplo, e levar em
consideração as necessidades da pessoa que vai usar. Por isso, o app, mesmo
sendo gratuito, não está disponível para ser baixado na loja de aplicativos
Google Play. Para apresentar a ferramenta, Carlos costuma participar de
eventos, como o TEDxRecifeAntigo”.
Acesso em 7/09/13
Serviço:
TEDxRecifeAntigo - http://www.tedxrecifeantigo.com.br/
terça-feira, 23 de julho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
http://www.youtube.com/watch?v=s6NNOeiQpPM
Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores.O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir a tarefa.
Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores.O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir a tarefa.
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